O empresário Jeferson Fusaro analisou nesta quinta-feira, 17, que a dívida pública deve prejudicar o desenvolvimento social e econômico do Brasil, caso não seja sanada ou controlada nos próximos anos pelos governos. “Será um pesadelo para o futuro do país se o Congresso Nacional travar a Reforma da Previdência e falhar em outras medidas para reconstruir as contas públicas, principalmente no que se refere ao cortes de despesas e enxugamento da máquina pública”, disse.

Para Fusaro, a mudança das metas fiscais tornará ainda mais extensa à contenção do endividamento. “O  governo obteve apenas um ou dois anos de espaços, mas a partir de 2019, quando assume o próximo presidente, a dívida bruta deverá ser bem superior a 80% do Produto Interno Bruto”.

“Será muito difícil mudar essa tendência, se a economia continuar em ritmo lento, a inflação permanecer em torno de 4% e os gastos previdenciários ainda estiverem avançando sem freio”, completou.

O empresário acredita que para reverter este movimento negativo é preciso dinamizar a economia e equilibrar a base de tributação. “Apressar as concessões e as parcerias em programas de investimento é um caminho interessante”, analisa Fusaro. “Também se deve acelerar as reformas, como o caso da Previdência Social e a própria tributação”, destacou.

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