O Conselho Superior do Ministério Público Federal decidiu na manhã desta terça-feira (1º) prorrogar por mais um ano a atuação da força-tarefa da Operação Lava Jato no Paraná, coordenada pelo procurador da República Deltan Dallagnol. A futura procuradora-geral da República, Raquel Dodge, não participou da reunião do Conselho e, por isso, não pode opinar sobre o destino do grupo. As informações são de Matheus Coutinho na Época.

Procuradores e promotores que compõem a força-tarefa da Lava Jato na própria Procuradoria-Geral da República (investigam políticos com foro privilegiado), conforme revelou EXPRESSO, mostraram certa resistência a trabalhar com Raquel. O certo, até agora, é que o grupo ficará sob o comando de Rodrigo Janot até ele deixar o cargo em setembro.

Após votações de algumas pautas, o quarto suplente de Raquel Dodge no Conselho apareceu e reclamou não ter sido chamado para a reunião. Janot, então, disse que não houve tempo hábil para convocar suplentes. Diante da discussão, Janot sugeriu suspender a sessão até que o primeiro suplente aparecesse. Não demorou muito até que o primeiro suplente surgisse no local. Ele participará das outras votações do Conselho nesta terça-feira.

(foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

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